De referir que em relação ao parque Florestal de Monsanto só a CDU apresenta propostas. Quanto aos referendos parece que também li que Santana Lopes os defende.
A. Lourenço tem razão, mas o que é verdadeiramente significativo – creio eu – é que a LISBOA COM SENTIDO, que de certa forma apareceu (pelo menos inicialmente) como uma candidatura com preocupações ambientais, que tinha o MPT no seu arco, etc., não faça referência ao “Plano Verde” (que naturalmente tem no Parque de Monsanto uma das suas mais importantes peças).
A vertente ambiental e ecológica dos programas da UNIR LISBOA e BE, estão tão ou mais marcados (nomeadamente acentuando a questão das agricultura urbana) no que diz respeito à estrutura ecológica como o da CDU. Creio que é inegável.
Já em termos ambientais mais gerais, a preocupação com as energias renováveis, a certificação energética dos edifícios, aproveitamento das águas, etc. todos os programas estão bastante semelhantes. É claro aqui que a LISBOA COM SENTIDO ganha em ter nas suas listas a Arq. Lívia Tirone, uma pessoa que tem conhecimentos aprofundados e sensibilidade ambientais evidentes e que soube deixar a sua marca no Programa.
(não querendo sair do capítulo G, acrescentaria que para mim, a grande pecha ambiental de Santana Lopes está claramente nas questões da mobilidade)
Sobre este capítulo, constato com satisfação que há uma preocupação comum com a valorização dos espaços públicos, nomeadamente no que diz respeito à afixação de publicidade.
Espero que todos os partidos saibam dar o exemplo, mais cedo do que tarde, retirando as inúmeras estruturas de campanha que espalharam por Lisboa e reparando todos os estragos que fizeram em calçadas e jardins com essas mesmas estruturas.
Não acabo o comentário sem referir a proposta da CDU de “Retomar a limpeza da cidade”.
Esta é atuarda mais fácil de lançar sobre a câmara: “a cidade está toda suja”. O que é que quer isto dizer? Que há 5 ou 10 anos as ruas estavam mais limpas? Que o Porto ou Madrid são cidades mais limpas? Não me vou pôr a discutir percepções subjectivas do lixo que cada um vê nas ruas de Lisboa, mas uma coisa é objectiva: Nos últimos tempos contrataram-se, mais efectivos, aumentaram-se o número de horas de trabalho, adquiriam-se melhores meios… São as pessoas que estão cada vez mais incivilizadas e atiram mais lixo para o chão? Não me parece. Aliás, acrescente-se, foi feita uma campanha de sensibilização ambiental que era coisa que a CML não fazia há muitos anos… E então? Serão os trabalhadores, que apesar de serem mais e terem melhores meios estão mais ineficientes? Também acho que é evidente que não! Enfim… “Retomar a limpeza da cidade”, não havia necessidade…
Quanto é que se gastam com as centenas de cantoneiros que andam por aí o dia todo a fingir que limpam? Isso é que eu gostava de saber! Lisboa deve ser das poucas capitais europeias que é limpa por um corpo de funcionários públicos acomodados e sem nenhuma motivação. Abram à iniciativa privada a limpeza da cidade e vejam o que é possivel fazer com metade do dinheiro
Concordo em parte com o "B Aranda", enquanto as pessoas não colaborarem não há milagres na limpeza da cidade. Parece aquela gente que entra num WC, urina para o chão e paredes e depois diz que é uma vergonha está tudo sujo. Uma cidade limpa é uma cidade pouco suja. Particularmente e relativamente à DHURS, tenho uma apreciação muito positiva da sua organização e capacidade de resposta. Tomara nós munícipes que todos os serviços da CML funcionassem como aquela direcção.
4 comentários:
De referir que em relação ao parque Florestal de Monsanto só a CDU apresenta propostas. Quanto aos referendos parece que também li que Santana Lopes os defende.
A. Lourenço tem razão, mas o que é verdadeiramente significativo – creio eu – é que a LISBOA COM SENTIDO, que de certa forma apareceu (pelo menos inicialmente) como uma candidatura com preocupações ambientais, que tinha o MPT no seu arco, etc., não faça referência ao “Plano Verde” (que naturalmente tem no Parque de Monsanto uma das suas mais importantes peças).
A vertente ambiental e ecológica dos programas da UNIR LISBOA e BE, estão tão ou mais marcados (nomeadamente acentuando a questão das agricultura urbana) no que diz respeito à estrutura ecológica como o da CDU. Creio que é inegável.
Já em termos ambientais mais gerais, a preocupação com as energias renováveis, a certificação energética dos edifícios, aproveitamento das águas, etc. todos os programas estão bastante semelhantes. É claro aqui que a LISBOA COM SENTIDO ganha em ter nas suas listas a Arq. Lívia Tirone, uma pessoa que tem conhecimentos aprofundados e sensibilidade ambientais evidentes e que soube deixar a sua marca no Programa.
(não querendo sair do capítulo G, acrescentaria que para mim, a grande pecha ambiental de Santana Lopes está claramente nas questões da mobilidade)
Sobre este capítulo, constato com satisfação que há uma preocupação comum com a valorização dos espaços públicos, nomeadamente no que diz respeito à afixação de publicidade.
Espero que todos os partidos saibam dar o exemplo, mais cedo do que tarde, retirando as inúmeras estruturas de campanha que espalharam por Lisboa e reparando todos os estragos que fizeram em calçadas e jardins com essas mesmas estruturas.
Não acabo o comentário sem referir a proposta da CDU de “Retomar a limpeza da cidade”.
Esta é atuarda mais fácil de lançar sobre a câmara: “a cidade está toda suja”. O que é que quer isto dizer? Que há 5 ou 10 anos as ruas estavam mais limpas? Que o Porto ou Madrid são cidades mais limpas? Não me vou pôr a discutir percepções subjectivas do lixo que cada um vê nas ruas de Lisboa, mas uma coisa é objectiva: Nos últimos tempos contrataram-se, mais efectivos, aumentaram-se o número de horas de trabalho, adquiriam-se melhores meios… São as pessoas que estão cada vez mais incivilizadas e atiram mais lixo para o chão? Não me parece. Aliás, acrescente-se, foi feita uma campanha de sensibilização ambiental que era coisa que a CML não fazia há muitos anos… E então? Serão os trabalhadores, que apesar de serem mais e terem melhores meios estão mais ineficientes? Também acho que é evidente que não! Enfim… “Retomar a limpeza da cidade”, não havia necessidade…
Quanto é que se gastam com as centenas de cantoneiros que andam por aí o dia todo a fingir que limpam? Isso é que eu gostava de saber! Lisboa deve ser das poucas capitais europeias que é limpa por um corpo de funcionários públicos acomodados e sem nenhuma motivação. Abram à iniciativa privada a limpeza da cidade e vejam o que é possivel fazer com metade do dinheiro
Concordo em parte com o "B Aranda", enquanto as pessoas não colaborarem não há milagres na limpeza da cidade.
Parece aquela gente que entra num WC, urina para o chão e paredes e depois diz que é uma vergonha está tudo sujo.
Uma cidade limpa é uma cidade pouco suja.
Particularmente e relativamente à DHURS, tenho uma apreciação muito positiva da sua organização e capacidade de resposta. Tomara nós munícipes que todos os serviços da CML funcionassem como aquela direcção.
Enviar um comentário